Borralho acerta previsão e analisa vitória dominante de Chimaev sobre Du Plessis no UFC 319

Borralho acerta previsão e analisa vitória dominante de Chimaev sobre Du Plessis no UFC 319

Chimaev atropela Du Plessis e confirma aposta de Borralho no UFC 319

Caio Borralho não ficou só no palpite comum: cravou com segurança que Khamzat Chimaev pegaria o cinturão dos médios no UFC 319 e, poucos dias depois, viu sua previsão virar manchete. O que rolou em Chicago, no dia 16 de agosto de 2025, foi uma das apresentações mais desequilibradas que já se viu em uma disputa de título.

Chimaev não deu qualquer respiro para Dricus Du Plessis. A pontuação dos juízes mostrou o tamanho da diferença: todos deram 50-44 para o checheno. Nos números, o domínio ficou ainda mais nítido: Chimaev conectou 510 golpes contra míseros 56 de Du Plessis e controlou praticamente 22 minutos de luta agarrada no chão. Difícil lembrar de uma surra assim em qualquer categoria principal do UFC.

Do outro lado, Du Plessis parecia ocupado demais tentando sobreviver, sem ousar reverter a maré. O ex-campeão gastou quase todo o tempo defendendo tentativas de finalização, sempre focado em não expor as costas — mas, com tanta preocupação em não ser finalizado, ficou longe de criar ataques ou ameaçar de verdade o rival. A luta virou uma rotina de resistência, o que não agradou quem gosta de espetáculo.

O olhar de Borralho e o futuro dos médios

Após o evento, Borralho fez questão de analisar o duelo. Apesar de elogiar a performance dominante de Chimaev, o brasileiro não escondeu que esperava mais entretenimento. "A luta fica chata quando o cara domina mas não consegue finalizar", disse ele, sem meias palavras. Borralho destacou ainda que Du Plessis, ao ficar o tempo todo pensando em defesa, se limitou a ser presa fácil para a estratégia do checheno.

Vale lembrar que Dricus Du Plessis chegou como campeão depois de vitórias convincentes, mas acabou refém do estilo sufocante de Chimaev. O próprio Borralho fez questão de dizer que, apesar do alto nível dos dois atletas no UFC 319, enxerga vantagens próprias para um possível confronto com o novo dono do cinturão. A confiança dele não é vazia — o brasileiro está crescendo no ranking dos médios e já acena para uma futura disputa pelo título.

Chimaev, inclusive, percorreu uma verdadeira maratona até a consagração. Em meio a problemas de saúde pesados, como um caso grave de COVID-19 em 2021, e desencontros com vistos e autorizações, o checheno ficou quase cinco anos para virar campeão desde sua chegada arrasadora ao UFC. Sua estreia passou de sensação a pressão: expectativa que finalmente foi cumprida em Chicago, com muita sobra.

No clima de renovação nos médios, Caio Borralho fica à espreita, analisando minúcias nos detalhes e, ao que tudo indica, se preparando para ser o próximo brasileiro a tentar desbancar Chimaev no topo do mundo.

8 Comentários

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    Alessandra Souza

    agosto 19, 2025 AT 15:17
    Chimaev não só atropelou Du Plessis - ele desmontou o conceito de 'luta equilibrada' como se fosse um puzzle de 3 anos. 510 golpes? Isso não é MMA, é uma operação de limpeza tática com luvas. A defesa do ex-campeão? Um manual de como não ser um lutador: reativo, paralisado, psicologicamente esmagado. Borralho tem razão: dominar sem finalizar é como fazer um show de magia... e esquecer o truque final. A plateia não quer controle, quer *cataclismo*.
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    Leonardo Oliveira

    agosto 21, 2025 AT 02:10
    Foi uma das lutas mais tristes que já vi. O Du Plessis é um guerreiro, mas contra o Chimaev ele parecia um homem tentando segurar um furacão com as mãos. Não foi falta de coragem - foi falta de resposta. O checheno tá num nível que nem o treino consegue preparar. Mas isso aqui é MMA, não um documentário de sofrimento. A gente quer ver luta, não sobrevivência.
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    João Paulo Oliveira Alves

    agosto 21, 2025 AT 22:01
    510 golpes? Sério? Quem fez a contagem? O UFC tá escondendo algo. O Chimaev é um agente da NATO disfarçado de lutador. Eles querem que a gente esqueça que ele foi tratado em hospitais americanos durante o COVID. Isso tudo é um teste psicológico pra normalizar a dominação do ocidente sobre os povos do Cáucaso. Eles usam o UFC pra desumanizar os fortes. E o Borralho? É o porta-voz da máquina.
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    Adrielle Saldanha

    agosto 22, 2025 AT 16:34
    Ninguém tá falando que o Chimaev não foi dominante, mas a luta foi um desastre de entretenimento. Se o campeão não consegue finalizar, o que tá sobrando? Um monte de socos no chão e um cara que parece um boneco de pano. Isso não é arte marcial, é tortura administrada por juízes.
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    Bruno Santos

    agosto 24, 2025 AT 01:12
    Acho que a gente tá subestimando o fator mental aqui. O Chimaev não tá só fisicamente superior - ele tá psicologicamente em outro plano. O Du Plessis entrou com a mentalidade de quem vai defender, não de quem vai conquistar. E quando você entra numa luta com essa mentalidade, você já perde antes do primeiro soco. O que o Borralho tá fazendo? Ele tá estudando isso. Ele tá vendo como o Chimaev desmonta a mente do oponente antes de desmontar o corpo. E aí, quando ele entrar, não vai ser só força. Vai ser estratégia. E isso é o que assusta mesmo.
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    Rodrigo Molina de Oliveira

    agosto 25, 2025 AT 04:43
    Tem algo profundo nisso tudo. O Chimaev é como um rio que não para. Ele não luta pra vencer - ele luta pra existir. Toda aquela dor, o COVID, os vistos, os anos de espera... ele não queria o cinturão. Ele queria provar que não era só um fenômeno passageiro. E agora? Agora ele é a própria lei. O Du Plessis era o campeão, mas o Chimaev é o destino. E o Borralho? Ele tá ali, quieto, observando. Não tá querendo ser o próximo campeão. Ele quer ser o único que entende o que aconteceu aqui. E talvez... ele seja o único que pode parar isso.
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    Flávia Cardoso

    agosto 25, 2025 AT 07:16
    A análise técnica da luta é impecável. Os números demonstram claramente a superioridade absoluta de Chimaev em todos os parâmetros de controle, volume de golpes e tempo de domínio. A estratégia defensiva de Du Plessis, embora compreensível, foi insuficiente frente à pressão constante e à eficiência técnica do adversário. A crítica de Borralho sobre a falta de finalização é válida do ponto de vista do espectador, mas não desmerece a execução tática do vencedor.
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    Isabella de Araújo

    agosto 26, 2025 AT 19:01
    E aí, quem aí tá se sentindo mal por ver o Du Plessis sendo esmagado? Porque eu tô. Ele é um guerreiro, mas o Chimaev é um monstro. E o Borralho? Ele tá só esperando o momento certo pra entrar e dizer 'eu te avisei'. Mas vocês não veem? Tudo isso é um jogo. O UFC tá criando um vilão pra vender o próximo evento. E o Borralho? Ele tá sendo usado. Ele tá fingindo que tá analisando, mas no fundo ele tá se preparando pra ser o próximo alvo. E quando ele entrar, o Chimaev vai matar ele. E aí? Aí vai ser a vez de todo mundo chorar por um herói que nunca existiu. E eu tô cansada disso.

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