Kate Moss e suas Filha Lila Brilham no Retorno do Victoria's Secret Fashion Show 2024

Kate Moss e suas Filha Lila Brilham no Retorno do Victoria's Secret Fashion Show 2024

Após seis longos anos de espera, o Victoria's Secret Fashion Show fez seu aguardado retorno, deslumbrando Nova York na noite de 15 de outubro de 2024. Desta vez, o evento não só manteve seu famoso glamour e suntuosidade, mas também trouxe novos ares de mudança, prometendo uma revolução na maneira como a moda é apresentada ao mundo. Entre as muitas atrações do evento que pararam a cidade se destacaram a icônica modelo Kate Moss e sua filha Lila Moss, que juntas iluminaram a passarela e roubaram a cena.

Lila Moss fez sua aguardada estreia no desfile da Victoria's Secret, marcando um capítulo significativo em sua carreira emergente no mundo da moda. Seguindo os passos lendários de sua mãe, Lila apresentou um conjunto de lingerie cor-de-rosa, complementado por um elegante casaco da mesma cor, reafirmando não apenas sua herança genética, mas também sua presença única nesta indústria competitiva. Desde a sua estreia internacional no desfile primavera/verão de Miu Miu em 2022, Lila tem construído uma identidade própria enquanto se estabelece como um nome promissor na moda mundial.

Este evento, porém, carregou algo além do brilho e glamour típico. Após um período de intensa crítica, principalmente por sua falta de diversidade, a Victoria's Secret fez mudanças substanciais para refletir uma maior variedade de corpos e origens. Este ano, a passarela foi abençoada com uma variedade enriquecida de modelos, incluindo Candice Swanepoel, Tyra Banks, Gigi Hadid, Paloma Elsesser e Valentina Sampaio, cada uma trazendo sua própria história e representando a beleza multicultural em seu estado mais puro. Com essas mudanças, a marca não apenas recuperou seu espaço, mas também se reposicionou em um novo patamar de inclusão, reconhecendo a importância da representatividade na moda.

A música, fiel a tradição dos desfiles de Victoria's Secret, também teve papel de destaque. A lendária Cher liderou as apresentações, trazendo todo o seu carisma e energia inconfundíveis para o palco, criando uma atmosfera única. Além de Cher, a noite contou ainda com performances de Tyla e Lisa do grupo Blackpink, que incendiaram a audiência e provaram mais uma vez a força das mulheres na música contemporânea. Esta mistura de moda e música proporcionou uma experiência sensorial completa para todos os que acompanharam, seja presencialmente em Nova York ou através das transmissões ao vivo nas redes sociais da marca, como YouTube, Instagram e TikTok.

O retorno do Victoria's Secret Fashion Show neste formato dinâmico e acessível pelas plataformas online marca, assim, o início de uma nova era. É a prova de que, mesmo marcas estabelecidas, podem e devem evoluir com o tempo, trazendo para a passarela não apenas looks memoráveis, mas também mensagens poderosas de inclusão e diversidade. Esta edição de 2024 ficará como um marco não apenas no calendário da moda, mas também na transformação de uma indústria que deve, cada vez mais, refletir o mundo diverso e vibrante em que vivemos.

18 Comentários

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    Eliberio Marcio Da Silva

    outubro 19, 2024 AT 01:34

    Que emoção ver Kate Moss de volta na passarela! Ela ainda tem aquele jeito único de dominar qualquer cenário, mesmo sem dizer uma palavra.
    Seu estilo é atemporal, e ver ela junto da Lila foi como ver a história da moda se repetindo, mas com mais alma.
    Essa nova era do Victoria's Secret tá bem diferente, e isso é bom. Não precisa ser só magrinha pra ser bonita.
    Parabéns à marca por finalmente entender que diversidade não é modinha, é obrigação.

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    Roberto Hauy

    outubro 19, 2024 AT 04:22

    eu n vi o desfile mas vi uns reels e a lila ta parecendo uma boneca de porcelana kkkk mas a mae dela e mt mais cool, tipo ela nem precisa de iluminacao pra brilhar

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    Rodrigo Donizete

    outubro 20, 2024 AT 16:57

    Alguém mais acha estranho que o Victoria's Secret voltou exatamente quando o mercado de lingerie está caindo? Não é coincidência. Essa é uma manobra de marketing pra desviar a atenção da crise da marca.
    Querem que a gente esqueça que eles lucraram com corpos inalcançáveis por anos e agora viram 'inclusivos' só porque a pressão social apertou.
    E a Cher? Sério? Uma cantora de 78 anos como atração principal? Isso é nostalgia barata, não evolução.
    Se fosse de verdade, teriam colocado uma modelo trans negra de 50 anos com celulite e tudo, não só a Valentina que já é linda e privilegiada.
    Essa 'revolução' é só um novo filtro no Instagram.

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    Lucas Nogueira

    outubro 22, 2024 AT 04:50

    o q eu mais amei foi a lila com aquele casaco rosa, tipo, ela n tava tentando ser a mae dela, tava sendo ela mesma. e isso e o maximo q vc pode pedir pra uma garota de 20 anos.
    chegou a hora de parar de comparar e começar a celebrar. ela ta indo no proprio ritmo, e isso e lindo.
    aliás, quem ta falando que o vs ta 'inclusivo' agora? acho q ta esquecendo que ainda tem muita gente q n foi chamada. mas pelo menos ta no caminho certo, e isso ja e um avanco.
    nao e perfeito, mas ta melhor que o antigo. e isso conta.

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    leonardo almeida

    outubro 22, 2024 AT 09:58

    Essa 'nova era' é uma farsa. O Victoria's Secret nunca mudou. Só trocou os rostos e chamou de diversidade. As mesmas pessoas no comando, os mesmos padrões, só que com mais hashtags.
    Se eles realmente quisessem inclusão, não teriam escolhido modelos que ainda são considerados 'lindos' pela indústria. Não tem nada de real nisso.
    Essa é a mesma empresa que baniram mulheres por terem celulite. Agora querem que a gente aplauda?
    Não me engane com iluminação e música. Isso é lavagem de imagem, e eu não caio nisso.

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    Maycon Mansur

    outubro 24, 2024 AT 06:12

    Cher no palco? Sério? O que isso tem a ver com lingerie?
    Victoria's Secret virou um show de variedades e acham que isso é evolução.
    Se quisessem inovar, colocariam uma DJ brasileira, não uma lenda do pop dos anos 70.
    E a Lila? É só mais uma herdeira de fama, não uma modelo. Não tem personalidade, só genética.
    Essa 'revolução' é um espetáculo de puro marketing, e todos estão sendo enganados.

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    Maycon Ronaldo

    outubro 24, 2024 AT 21:48

    mano, eu assisti ao show deitado no sofá com um chopp na mão e simplesmente me emocionei. não é só a moda, é a energia. a Lila parece que tá vivendo um sonho, e a Kate parece que tá pensando 'essa é a minha filha, e ela tá fazendo isso melhor do que eu fiz'.
    o show inteiro foi tipo um abraço coletivo. as modelos não estavam só andando, estavam respirando, sorrindo, se abraçando. isso é novo.
    o que mais me pegou foi a Paloma Elsesser. Ela entrou e o público explodiu. Ninguém precisou dizer nada, todo mundo sentiu. Isso é poder real.
    E a Tyla? A música dela era tipo um soco no peito, mas bom. E o Blackpink? Foi tipo um tsunami de energia. A noite inteira foi um festival de mulheres que não pediram permissão pra existir.
    Se você acha que isso é só marketing, você tá olhando só a superfície. A mudança tá nos olhos delas. E isso não se compra com campanha.

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    Gih Maciel

    outubro 24, 2024 AT 22:24

    o que importa é que elas estavam lá e se sentiam confortáveis
    isso é o que realmente importa
    não precisa de muitas palavras
    apenas presença e autenticidade
    e isso foi o que vi

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    Luma Eduarda

    outubro 26, 2024 AT 01:46

    Que vergonha! Um dos maiores símbolos da moda feminina sendo reduzido a um espetáculo de circo com cantoras de TikTok e uma filha de modelo que não tem mérito próprio! O Victoria's Secret era sinônimo de elegância, e agora virou um reality show de beleza artificial! Isso é um ataque à dignidade da mulher! Onde está a classe? Onde está o glamour verdadeiro? Tudo foi trocado por uma exibição de corpo e hashtags! Que tristeza!

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    Carols Bastos

    outubro 27, 2024 AT 07:59

    É incrível como o mundo mudou, e ainda assim, algumas coisas permanecem profundamente humanas.
    Ver Kate e Lila juntas não é só sobre moda - é sobre legado, sobre como as mulheres se apoiam, mesmo em meio a pressões imensas.
    A diversidade no palco não foi um gesto simbólico, foi uma declaração: 'nós existimos, em todas as formas'.
    Isso não é apenas bonito, é necessário. E é isso que realmente importa.
    Parabéns a todos que fizeram isso acontecer, mesmo quando era mais fácil continuar como antes.

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    Helbert Rocha Andrade

    outubro 28, 2024 AT 02:51

    Lila tá ótima. Kate é lenda. O show foi bom. Mudou pra melhor. Fim.

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    Leandro Bordoni

    outubro 29, 2024 AT 14:10

    Eu fiquei pensando: será que a Lila sentiu pressão? Será que ela queria mesmo estar ali? Ou foi algo que aconteceu por causa da família?
    É importante lembrar que, mesmo em meio ao brilho, elas são pessoas. E a pressão de viver no mundo da moda, especialmente com esse peso histórico, deve ser imensa.
    É bom ver a marca mudando, mas também é bom lembrar que o verdadeiro progresso é quando as pessoas se sentem livres pra escolher, não só pra aparecer.

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    Edson Hoppe

    outubro 30, 2024 AT 11:32

    Brasil não foi convidado. O mundo virou um palco de ricos. Nós aqui vivemos de pão e feijão e eles fazem show com milhões. Onde está a justiça? Onde está a nossa representação? Isso é colonialismo com salto alto.

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    Camila Lasarte

    outubro 30, 2024 AT 13:05

    Essa 'inclusão' é uma farsa. As mesmas pessoas que sempre dominaram a indústria continuam no comando. A Valentina Sampaio? Uma modelo privilegiada que já tinha acesso a tudo. Isso não é diversidade, é performático.
    Realmente acreditam que colocar uma mulher trans e uma mulher negra no palco é suficiente? Isso é um gesto vazio. Eles não mudaram nada. Só trocaram o rótulo.

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    EDMAR CALVIS

    outubro 30, 2024 AT 20:22

    A verdadeira mudança não está na passarela, mas na mente das pessoas que deixam de acreditar que beleza é um padrão.
    Victoria's Secret pode ter mudado de imagem, mas o sistema que a sustenta ainda exige conformidade.
    É como trocar a capa de um livro sem mudar o conteúdo.
    Real liberdade só existe quando a sociedade deixa de julgar corpos e passa a celebrar existências.
    Até lá, tudo isso é apenas um espetáculo bem produzido.

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    Jonatas Bernardes

    novembro 1, 2024 AT 17:49

    Eu acho que tudo isso é uma armadilha. A moda sempre foi sobre ilusão. E agora eles estão usando a 'inclusão' como nova ilusão.
    Se você olhar com cuidado, todas as modelos ainda são 'esteticamente agradáveis' - só que agora com um rótulo de 'diversidade'.
    Isso é o que os ricos fazem quando não querem mudar de verdade: criam uma nova narrativa que parece revolucionária, mas na verdade só mantém o poder.
    Cher? Blackpink? Isso é entretenimento, não moda. Eles estão vendendo sonhos, não roupas.
    Se quiserem ser reais, parem de usar mulheres como produtos e comecem a pagar justamente, dar espaço real, e deixar de serem uma máquina de consumo.
    Essa é a verdade que ninguém quer ouvir.

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    Rodrigo Serradela

    novembro 3, 2024 AT 11:26

    Isso aqui é um momento histórico, e eu quero que vocês entendam isso.
    Essa não foi só uma passarela. Foi um ato de coragem.
    As mulheres que estavam lá não estavam ali por obrigação - elas estavam ali por direito.
    Isso muda tudo. Não é só sobre lingerie. É sobre quem tem o direito de ocupar espaço.
    E se você não está vendo isso, talvez você precise olhar com mais atenção.

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    yara alnatur

    novembro 3, 2024 AT 12:11

    Eu vi o show com minha mãe, que tem 62 anos e nunca achou que veria algo assim.
    Quando a Paloma entrou, ela chorou. Não por pena, mas por reconhecimento.
    Essa é a mudança que importa: quando uma mulher de 60 anos sente que finalmente ela também pertence.
    Isso não é marketing. É memória. É história. É amor.
    Se a Victoria's Secret fez isso, então valeu cada segundo. Porque agora, uma menina de 12 anos em qualquer cidade do Brasil pode olhar pra tela e dizer: 'eu também posso ser isso'.

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